INDUÇÃO é um método de raciocínio científico para estabelecer REGRAS de INFERÊNCIA que PROVAVELMENTE gerem uma CONCLUSÃO VERDADEIRA.
- Parte de observações específicas e repetidas para formular generalizações, leis ou hipóteses gerais.
- Diferente da dedução, a indução não garante uma verdade absoluta, mas produz conclusões prováveis, sendo fundamental para a descoberta científica, embora sujeita a falhas (chamado problema da indução).
- Exemplo … “a grama “ficou molhada todas as vezes (ocorrências observadas) em que choveu” (regra). Então, se chover amanhã (hipótese), a grama ficará molhada (conclusão).”
- A indução é um método de raciocínio científico … que parte de observações específicas e repetidas para formular generalizações, leis ou hipóteses gerais.
- É diferente do método de dedução … a indução não garante uma verdade absoluta, mas produz conclusões prováveis, sendo fundamental para a descoberta científica, embora sujeita a falhas (o problema da indução).
O método indutivo pode ser resumido nos seguintes passos: 1) Observação, 2) Padrões e 3) Hipótese Generalizada, onde um único contra-exemplo pode refutar a generalização.

- Indução é uma lógica de suporte probatório e junto com dedução e abdução são pilares da ciência e do pensamento racional.
- Aplica-se de um contexto menor (particular) para um contexto maior (geral), em busca de descoberta.
- O termo “indução” vem do latim e significa ‘induzir’ ou ‘conduzir’.
- A “lógica indutiva” segue uma trilha, investiga e segue pistas, que levam ao fim de uma discussão … 1) Observação, 2) Padrões e 3) Hipótese Generalizada.
- Diferentemente da dedução, a indução não garante a verdade, e sim uma probabilidade que seja a verdade.
- Induzir é “aprender a regra” a partir de “diversos exemplos”, observações ou ocorrências particulares de como a conclusão segue da premissa e extrapolar para um contexto maior … do particular para o genérico.
- A indução opera de duas maneiras: ou avança uma conjectura em instâncias confirmatórias, cada vez que uma nova ocorrência da hipótese é observada, ou identifica uma contradição e a conjectura é falsificada (não é mais verdadeira).
- Os argumentos “indutivamente válidos”, ao contrário dos “dedutivamente válidos”, têm conclusões que vão além do que está contido em suas premissas .
- A ideia por trás da indução válida é a de aprender com a experiência, identificar “relações não visíveis”.
- Enquanto a dedução retrata o pensamento quantitaivo, a indução retrata o pensamento qualitativo.
- Uma lógica indutiva usa a ideia de “argumentos mais fracos” (diferente da lógica dedutiva).
- Em um bom argumento indutivo, a verdade das premissas fornece “algum grau de suporte” (probabilidade) para a verdade da conclusão.
- Esse grau de suporte pode ser medido através de alguma escala numérica.
- Presumivelmente, a lógica deve pelo menos satisfazer algumas condições ou critérios de adequação.
- Critério de adequação é a probabilidade condicional para medir o grau que as declarações de evidências que suportam hipóteses.
- Critério de Adequação (CoA) estabelece que a lógica deve tornar provável (por uma questão de lógica) que, à medida que as evidências se acumulam, o corpo total de alegações de evidências verdadeiras acabará por indicar, através da medida de suporte da lógica , que as hipóteses falsas são provavelmente falso e que as hipóteses verdadeiras são provavelmente verdadeiras.
- Essa abordagem emprega funções de probabilidade condicional para representar medidas do grau em que as declarações de evidências suportam hipóteses.
- Presumivelmente, as hipóteses devem ser avaliadas empiricamente com base no que elas dizem (ou implicam) sobre a probabilidade de que as alegações de evidências sejam verdadeiras.




