
A empresa é um importante sistema, agente, ferramenta e fonte de educação das pessoas.
- Existem muitos aspectos motivacionais intrínsicos a serem explorados para ganhar vantagens competitivas, através da educação.
- Educar não é transmitir conhecimento.
- Educar é ensinar a aprender e construir conhecimento com autonomia e criar oportunidades para a construção do conhecimento.
- O educador de uma forma geral na empresa é o gestor, mediador, líder, companheiro do time, gerente de projeto, gerente de serviço, agente RH, etc … com a característica comum de ser uma pessoa progressista.
- Nem todos são educadores.
- O caminho e sucesso para desenvolver a educação de pessoas e empresas exige ganho de competências nno conhecimento descritivo, tácito e comportamental, sendo o foco da tarefa fundamental para dosar a melhor combinação para o modelo de negócio aplicado.
- A característica de um educador na empresa é liderar, conscientizar a si e o entorno sobre habilidades, práticas e ferramentas para ganhar competências científicas, baseadas em modelos e esquemas.
- Trata da gestão contínua da relação sujeito e empresa.
- Desenvolver capacidades e prover recursos para descobrir caminhos, métodos, ferramentas, técnicas, esquemas, mapas, estruturas e algoritmos mentais, para aprender a aprender e desenvolver a metacognição – um conjunto de habilidades para se autoperceber, autoregular, automonitorar … ganhar autonomia e deliberação para conhecer, fazer e se comportar.
- A empresa deve formar educadores, focar na relação sujeito e objeto do conhecimento, ensinar times a desempenharem tarefas específicas, com eficácia e eficiência.
- A empresa, líderes e gestores são responsáveis pela estratégia e tática para a construção do ambiente propício para as operações da empresa.
- Cada pessoa é responsável por refletir, aprender, ensinar a trabalhar em rede, em time e colaborativamente,.
- Pensar na educação como uma tividade chave da gestão, que deve estar ancorada na responsabilidade de cada um pelo seu próprio processo de aquisição de conhecimento.
- Todos devem se conscientizar sobre o aspecto estratégico da educação, aprendizagem e ensino em colaboração.
- Todos precisam perceber que aquele que ensina aprende ao ensinar e aquele que aprende dá feedback e retornos, que ensinam sobre o aprender ao educador, numa espiral positiva.
- É indispensável que a empresa possibilite ao profissional que aprende, trabalhar a cada dia, traçar objetivo, controlar recursos, buscar e estimular o conhecimento objetivo, com foco em tarefas.
- Principalmente no ambiente de tarefa e profissional, é necessário aprender cotidianamente, assumir o controle das qualidades críticas e capacidades de criar e inovar determinadas pela empresa … deixá-las cada vez mais claras.
- Isso significa estimular a si mesmo e equipes e times a verificarem os conteúdos de suas próprias descobertas e resultados … desenvolver a “motivação intrínseca”.
- A empresa deve ter como mira um padrão flexível de formação de profissionais com autonomia assistida, segundo uma metodologia.
- A empresa e a gestão da cultura organizacional não deve considerar o processo de aprendizagem dos “profissionais educandos” (eu, você, nós, eles) como um “vir a ser” pois cada um de nós já possuímos os nossos próprios conhecimentos baseados nas experiências pessoais e também coletivas.

Conclusão.
Esse check list usam princípios destacados por Paulo Freire sobre a educação.
Compõem princípios que a Colaborae tem como base para a pesquisa e gestão de seus serviços de treinamento e educação na empresa.
É destacada a relação entre experiência pessoal e experiência coletiva como dialética, cíclica e de interdependência.
Isso significa que o indivíduo molda o grupo, enquanto o grupo molda o indivíduo.
A experiência pessoal (vivência individual, memórias, emoções) contribui para o coletivo.
Ao mesmo tempo em que a experiência coletiva (cultura, sociedade, história, eventos compartilhados) influencia o modo como o indivíduo percebe o mundo.
Assim é a educação na empresa.




