Sempre que você reunir empresários, economistas e gestores e pedir a opinião deles, haverá recomendações completamente ou moderadamente distintas … em termos de modelagem, proposta de valor, métodos, técnicas, ferramentas e práticas distintas … caso isso não aconteça
A gestão simplesmente não é física, nem química e nem matemática … não é uma ciência exata
Lida com o estudo da ação humana, que não possuem um comrtamento previsível que pode ser matematizado.
Cada indivíduo possui sua própria criatividade, suas próprias motivações, e seus próprios interesses.
O fato de que a administração, economia, ciências sociais e aplicadas são controversas não é pela falha na ciência e sim pela diversidade humana ou ignorância de usar suas ferraamentas, que dependem de contexto, ambiente, sujeito e objeto.
O homem subjetivo é produto do meio e a ciência o ajuda a identificar isso e ganhar conhecimento científico, via a observação, questionamento, investigação, hipotetização e experimentação de forma objetiva e não subjetiva.
Não pensamos e fazemos igual, somos únicos e não possuímos um comportamento previsível que pode ser matematizado.
Cada indivíduo possui sua própria criatividade, suas próprias motivações, e seus próprios interesses … ou seja, suas premissas são dieferentes e suas conclusões atreladas, idem.
A variedade dos indivíduos tende a levar a conflitos.
Não gerenciamos as pessoas através de ferramentas matemáticas.
Boas intenções que prezam a verdade, mas que operam sob premissas éticas distintas, chegarão a conclusões divergentes.
Dessa forma, a gestão na empresa nos seus vários níveis e áreas ou projetos, podem divergir entre si simplesmente porque possuem dados distintos ou insuficientes ou não-confiáveis.
Quais são as falácias?
A gestão ruim está cheio dessas falácias que geram erros, riscos, prejuízos, enganos, desperdício … é aracterizada pela promoção de lógica insensata, pressuposições errôneas, fictícias e sofistas, com requintes de vigarismo intelectual.
Uma forma de aprofundar a lógica prática é estudar e entender e identificar as falácias e suas armadilhas.
Estudar a lógica na prática, na argumentação humana nas várias áreas de gestão.
Modelar paracompreender de forma simples a conexão entre a lógica formal baseada em princípios, regras e operações lógicas, e a lógica informal baseada na linguagem natural, que tem no seu núcleo a lógica formal (clássica, proposicional e de predicados).







